Sábado Santo: O Silêncio e a Espera

3 cruz onde jesus cristo no monte

Sábado Santo: O Silêncio e a Espera

O mundo parou.  

Depois do grito na cruz… veio o silêncio. 

Depois da agonia… o vazio. 

O Filho de Deus está no túmulo. 

Os discípulos, escondidos. Maria, envolta em dor. 

E a pergunta que paira no ar é a mesma que muitos de nós já fizemos em nossas próprias trevas:  

— ‘Deus, onde Você está?’  

O DIA EM QUE DEUS PARECEU MORTO

O Sábado Santo não é apenas um intervalo entre a cruz e a ressurreição. 

É o dia em que a humanidade aprende a esperar no escuro.  

Os judeus guardavam o sábado — um dia de repouso absoluto. E ironicamente, no maior sábado da história… o próprio Deus ‘descansava’ na tumba.  

Mas aqui está o mistério:  

Enquanto os homens viam um fim… Deus estava gestando um começo.  

Enquão os discípulos choravam um morto… o Inferno tremia diante de um Rei disfarçado de cadáver.  

A ESPERANÇA QUE ARDE NO ESCURO

Nas igrejas ao redor do mundo, algo extraordinário acontece neste dia:  

O altar está nu. O sacrário, vazio. Não há missa. Não há Eucaristia.  

Mas à meia-noite, nas catacumbas da fé, uma pequena chama é acesa.  

É o fogo novo — símbolo de que mesmo quando tudo parece perdido…  

Deus está trabalhando nas trevas. 

O SUSSURO ANTES DO ALELUIA

O Sábado Santo nos ensina que há uma diferença entre ‘silêncio’ e ‘ausência’.  

Entre ‘morte’ e ‘sono’.  

Entre ‘fim’ e ‘transformação’.  

Porque amanhã…  

…a terra vai tremer de novo.  

…a pedra vai rolar.  

…e o silêncio será quebrado por um grito que ecoa até hoje:  

ELE RESSUSCITOU!  

O dia em que Deus ‘morreu’. Mas o que parecia o fim era só o útero da ressurreição. O Sábado Santo nos ensina: às vezes, Deus trabalha melhor quando parece mais distante.

Assista o video completo aqui no Efeito Mistico

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